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Protetores Solares – Falsa Proteção e Prejuízos ao Homem e às Águas


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Produtos químicos existentes nos protetores solares não só não conseguem proteger eficazmente contra todos os raios solares, como também têm efeitos tóxicos para os seres humanos, os cursos de água e a vida aquática. O nosso melhor conselho é eliminar os protetores solares e adotar uma dieta rica em antioxidantes.

Dos recifes de coral ao colágeno

No verão de 2010, encontrava-me em Maui, no Havai, numa altura em que os meios de comunicação locais discutiam que os recifes de coral estavam morrendo devido ao aquecimento global. Porém, quando me apercebi que as águas havaianas estavam mais frias do que nos outros 40 anos em que ali nadei, como sou investigadora médica decidi investigar que outras coisas poderiam estar a matar os corais.

Descobri um artigo publicado em 2008 no Environmental Health Perspectives (116[4]:441-447), que demonstrava claramente que os químicos de proteção solar matam os corais. Quando, na minha busca, deparei com numerosos artigos que revelavam que esses produtos químicos são potentes hormônios capazes de ter graves impactos em todas as espécies de vida, assim como no desenvolvimento fetal humano, soube que tinha de escrever um livro e avisar o público e que só um nome seria apropriado: Sunscreens – Biohazard: Treat as Hazardous Waste. (Protetores Solares – Risco biológico. Tratar como resíduos perigosos.) Este livro recentemente publicado documenta a enorme quantidade de evidências da introdução desses produtos químicos nos ecossistemas do planeta, assim como no corpo humano.

A mensagem que nos é transmitida nos títulos de toda a comunicação social é a seguinte: "Ponham protetores solares antes de saírem de casa. Certifiquem-se de que os aplicam aos vossos filhos para os proteger do cancro da pele e também para evitar o foto-envelhecimento da pele." Isto tem sido repetido tantas vezes que achamos que é verdade e não pensamos em questionar a premissa. No entanto, existem atualmente imensas provas de que os protetores solares não só aumentam o risco de cancros da pele, incluindo melanomas, mas também deixam a pele exposta a uma percentagem mais elevada dos raios solares que decompõem, de fato, o colágeno e a elastina, dando origem a um foto-envelhecimento da pele maior do que sem o uso de protetores solares.

protetor-2Melanoma e cancro da pele aumentam com o uso de protetores solares

Desde a década de 1960 até agora, registrou-se um aumento regular da incidência de melanoma em todo o mundo.(1) Um estudo de 2009, publicado na Clinics in Dermatology, revela que a taxa de incidência do melanoma aumentou nas populações brancas em todo o mundo ao longo das últimas quatro décadas.(2)

Segundo a Organização Mundial de Saúde, as taxas de incidência anuais do melanoma na Noruega e na Suécia mais do que triplicaram nos últimos 45 anos.(3) A Austrália e a Nova Zelândia têm as taxas de incidência mais elevadas com 40–60 por 100.000. A Europa Central aumentou de 3–4 por 100.000 na década de 1970 para 10–15 por 100.000 por volta de 2000. Estas tendências indicam que haverá uma duplicação da incidência ao longo dos próximos 20 anos.(4) De fato, as estatísticas são tão esmagadoras que os investigadores de um artigo de 2008, publicado no Journal of the European Academy of Dermatology and Venereology, afirmaram: "...provavelmente é seguro sugerir que os protetores solares que absorvem predominantemente os raios UVB não impedem o desenvolvimento de melanoma nos seres humanos."(5)

A Austrália tem a taxa de incidência de cancro da pele mais elevada do mundo, com mais de 6.000 melanomas e perto de 300.000 novos casos de cancros da pele diagnosticados todos os anos. Considera-se que a maioria desses casos é o resultado de pessoas de pele clara viverem sob a forte radiação solar que brilha no seu continente.(6)

A Suíça, apesar de uma campanha de prevenção em todo o país durante os últimos 20 anos, tem uma taxa de incidência de cancro da pele que é das mais elevadas da Europa.(7) Mesmo na Croácia, em que mais de 70% da população afirma que usa protetores solares, a incidência anual de melanoma aumentou 300% nos últimos 40 anos.(8) Num artigo de 2010, escrito para promover o uso de vestuário de proteção para resolver este problema crescente, afirmava-se: "A incidência de cancro da pele na Croácia está a aumentar de forma regular apesar das [medidas] do público e do governo. É evidente que em breve passará a ser um importante problema de saúde pública."(9)

protetor-3O aumento dos cancros da pele com o uso ubíquo de filtros químicos de proteção solar é um exemplo da lei das consequências imprevistas. Esta lei identifica que as consequências de uma determinada ação "que se pensa ser boa", que intervém num sistema com várias partes, produzem sempre resultados imprevistos e muitas vezes indesejados.

Os protetores solares são promovidos para permitir às pessoas ficar ao sol 10, 20 ou 30 vezes mais tempo do que normalmente fariam, porque o uso de protetores solares desliga a nossa luz de aviso vermelha de proteção natural: a queimadura da pele. Esta promoção deu-nos uma falsa sensação de segurança de que podemos passar muito mais tempo ao sol sem consequências.

A parte do espetro de radiação solar que causa a queimadura é a banda ultravioleta B (UVB). Os primeiros protetores solares só bloqueavam esta parte UVB da radiação solar. Não bloqueavam a parte ultravioleta A (UVA), que penetra mais profundamente nas camadas inferiores da pele do que a UVB e produz tanto alterações cancerosas como foto-envelhecimento da pele. Esta é uma das razões pelas quais os cancros da pele têm aumentado com o maior uso de protetores solares: o corpo não tinha a proteção total que os utilizadores de protetores solares julgavam que os defendia.

A exposição ao sol durante mais tempo do que o normal consome a reserva natural de antioxidantes da pele que se destinam a proteger as células cutâneas de danos. Uma vez esgotados os antioxidantes, o organismo perde uma das suas defesas contra os raios nocivos do sol e há uma exposição excessiva.

O uso de protetores solares também cria obstáculos à nossa segunda linha de defesa de proteção: o bronzeamento. A melanina (o pigmento castanho produzido pelos melanócitos na epiderme), que é criada por exposição ao sol, absorve naturalmente a energia solar e protege dos danos causados pela radiação solar.(11)

A importância da vitamina D para a nossa saúde

Um outro problema é criado devido a que os protetores solares bloqueiam a capacidade da nossa pele para desempenhar a sua função essencial de produzir vitamina D em resposta à exposição à radiação solar. A vitamina D é uma parte crucial da nossa saúde geral. A promoção do uso em massa de protetores solares com a mensagem veemente de nunca nos expormos ao sol sem os usarmos suscitou um aumento dos muitos estados de doença que se desenvolvem devido aos baixos níveis de vitamina D.protetor-6


A vitamina D a um nível adequado é essencial para o desenvolvimento ósseo correto, uma vez que é necessária para a absorção do cálcio e também para regular os níveis de cálcio e de fosfatos para uma correta formação óssea.(12)

Bloquear os raios benéficos do sol baixa consequentemente o nível de vitamina D. Daqui resulta não só osteoporose mas também fragilidade óssea nos recém-nascidos e nas crianças pequenas, o que dá origem a problemas como as pernas arqueadas ou juntar os joelhos (raquitismo) nas crianças.(13) No Reino Unido e nos Estados Unidos assistiu-se ao reaparecimento do raquitismo em resultado de as respectivas populações evitarem a exposição ao sol.

A vitamina D está também associada ao metabolismo muscular. Os músculos enfraquecidos podem levar a incontinência urinária e ao enfraquecimento do soalho pélvico nas mulheres, o que pode contribuir para o aumento do número de partos por cesariana.(16) Além disso, um nível deficiente de vitamina D pode conduzir a fibromialgia.(17)

Para produzir naturalmente vitamina D em quantidade suficiente, é importante gozar o sol de uma forma sensata. Sunscreens – Biohazard discute a quantidade de tempo de que necessita ao sol para produzir um nível adequado da sua própria vitamina D, bem como a dose suplementar apropriada necessária para atingir um nível benéfico. A deficiência de vitamina D é atualmente um fenômeno a nível mundial.

Preocupações de segurança com fórmulas de largo espetro

As novas fórmulas de "largo espectro" não são a resposta. Estes protetores solares recentemente formulados têm a designação de "largo espectro" porque os fabricantes utilizam atualmente produtos químicos para filtrar tanto os raios UVB como UVA. São necessários vários produtos químicos para criar um efeito de largo espectro, uma vez que cada produto químico só cobre uma certa parte do espectro solar. No entanto, há problemas associados à combinação de produtos químicos. Os químicos ou os metais dos protetores solares podem ser inativados após exposição à luz solar — um processo chamado fotodegradação. Daqui resulta que eles deixam de conseguir proteger a pele da radiação solar. A combinação de produtos químicos faz com que a ocorrência deste processo seja mais rápida.(18)

protetor-7Além disso, estudos de investigação identificaram que enquanto alguns produtos químicos poderão ter uma baixa toxicidade quando utilizados individualmente, ao serem combinados criam novos complexos químicos que são muito mais tóxicos.(19) É negligente pensar que os produtos químicos aprovados individualmente não têm um potencial nocivo quando combinados para criar novas estruturas químicas.

Além disso, a radiação UV cobre apenas uma pequena parte do espectro solar e aquilo que está atualmente a ser promovido como filtros solares de "largo espectro" não confere toda a proteção de que necessitamos. Da radiação solar que penetra na atmosfera da Terra, todo o espetro de UVB e UVA representa apenas 4%, a gama de luz visível constitui 49% e a radiação do infravermelho próximo (NIR) constitui 47%.(21) Estes raios NIR são mais penetrantes, vão muito mais fundo do que os raios UVA e causam alterações prejudiciais que podem resultar em cancros e foto-envelhecimento da pele uma vez que destroem tanto o colágeno como a elastina.(22) Muitos produtos químicos e métodos novos foram investigados para prevenir os danos provocados pelos raios NIR ao nível celular, mas não foram encontradas soluções satisfatórias.(23)

Produtos químicos desreguladores do sistema endócrino: prejudiciais para a vida

Atualmente estão a ser publicados muitos estudos que identificam que os químicos de proteção solar causam destruição a todos os tipos de vida. Os produtos químicos utilizados nos protetores solares são hormônios muito potentes e, como tal, são classificados como produtos químicos desreguladores do sistema endócrino (EDC). Podem atuar como estrogênios, antiestrogênios, testosteronas ou antitestosteronas quando são introduzidos no organismo, desregulando o equilíbrio hormonal natural.(24)

Quando os investigadores deram a ratos os químicos de proteção solar benzofenona-3 (BP-3), 4-metilbenzilideno cânfora (4-MBC) e octil metoxicinamato (OMC), descobriram que o peso dos úteros dos ratos aumentara, o que mostra que esses químicos exercem uma ação estrogênica.

Em 2008, o mesmo investigador principal e os seus colegas determinaram que 4-MBC e 3-benzilideno cânfora (3-BC) afetam tanto os órgãos reprodutivos como o sistema nervoso central, demonstrando que estes são alvos sensíveis onde se produzem efeitos tóxicos no desenvolvimento a partir dos químicos de proteção solar com ação hormonal. Concluíram dizendo que: "Estes dados indicam que a exposição pré e pós-natal a 4-MBC e 3-BC pode interferir com o desenvolvimento sexual ao nível do cérebro e dos órgãos reprodutivos."(26) Determinaram também que diferentes combinações de químicos parecem afetar o tipo de influência que eles exercem.

O uso de protetores solares tem sido tão bem promovido na América que a benzofenona-3 encontra-se atualmente no sangue de 97% dos americanos, incluindo 90% daqueles que afirmaram que nunca tinham usado protetores solares.(27) Este produto químico é tão utilizado que entrou nos nossos sistemas hídricos e as estações de filtração de água não têm capacidade para o remover do fornecimento de água. A utilização ubíqua deste químico em tantos produtos fez com que as pessoas o tenham a circular no seu sangue, independentemente de usarem ou não protetores solares.


Outro meio de ter acesso ao organismo é através dos pulmões

protetor-1A inalação desses químicos é prejudicial e o seu uso indiscriminado fez com que fosse encontrado no pó das casas.(28) Quanto às marcas que são vendidas como aerossóis, não as utilize em crianças nem em si próprio uma vez que criam vapores que são inalados e entram no organismo através dos pulmões.

Uma vez que estes químicos se encontram no sangue, também aparecem no leite materno humano. Efetivamente, um estudo revelou contaminação de 85% das amostras de leite de mães lactantes, o que significa que as crianças estão a beber hormônios potentes durante o seu crucial desenvolvimento inicial.(29)

Muitos dos químicos de proteção solar pertencem a uma classe de químicos chamada fenóis, conhecidos por serem capazes de atravessar a placenta e entrar no feto.(30) As crias de ratos expostos aos químicos de proteção solar apresentam toxicidade a nível geral, da tireóide e reprodutiva, pelo que se deduz que a nossa descendência está sujeita às mesmas alterações prejudiciais.(31)

Protetores solares, autismo e ADHD

Os produtos químicos de proteção solar podem ser uma das causas do aumento mundial do autismo e da desordem por déficit de atenção com hiperatividade (ADHD), uma vez que a maioria dos químicos de proteção solar atua como estrogênios ou antiandrogênios, perturbando assim a testosterona, potencialmente existe mais impacto no desenvolvimento masculino comparado com o feminino. O autismo afeta mais rapazes do que moças numa proporção de 4:1.(32)

O embrião humano é "delicadamente sensível" à disfunção da tireóide durante a gestação e os contaminantes ambientais dentro do útero podem interferir com a maturação embrionária normal da tireóide.(33) A função tiroideia anormal afeta o desenvolvimento da fala e das capacidades cognitivas, ambas perturbadas no espetro do autismo. Um estudo afirmou: "...é possível que a função tiroideia debilitada seja uma causa de alguns dos sintomas do autismo, especialmente a deficiência da linguagem e o atraso mental."(35)

Os perigos das nanopartículas

Um problema importante com consequências de grande alcance é que os protetores solares utilizam materiais como as nanopartículas que são relativamente novos para a humanidade. Existem poucas técnicas analíticas quantitativas para medição dessas nanopartículas em sistemas naturais.(38)

Os óxidos metálicos dióxido de titânio (TiO2) e óxido de zinco (ZnO) são utilizados nos protetores solares uma vez que bloqueiam os raios UVA e também os UVB. Ocorrendo naturalmente como pós brancos espessos e opacos, são fabricados em pastas brancas para espalhar sobre a pele, especialmente no nariz (uma prática comum entre os nadadores salvadores). Para tornar esses óxidos mais transparentes à vista, os fabricantes encolhem-nos até ficarem reduzidos a partículas nanométricas. Permitiu-se que as nanopartículas fossem incluídas nas fórmulas dos protetores solares sem serem testadas porque foram consideradas seguras no seu estado natural completo ou forma bruta. No entanto, os investigadores descobriram que o tamanho radicalmente reduzido origina comportamentos radicalmente diferentes desses óxidos.

protetor-5O fitoplâncton é essencial para o nosso planeta. É não só o início da cadeia alimentar marinha, mas também se calcula que seja responsável pela produção de 50 a 90% do oxigênio mundial.(43) Um estudo de 2010 descobriu que as nanopartículas de ZnO matam o plâncton,(44) enquanto outros estudos determinaram que as nanopartículas de ZnO são extremamente tóxicas e as nanopartículas de TiO2 são prejudiciais à vida marinha.(45) Os investigadores calcularam que, em geral, existe atualmente 40% menos de fitoplâncton nos oceanos mundiais em comparação com o valor de 1950.(46)

Uma vez que se provou que as nanopartículas de óxido de zinco matam o plâncton, é imperativo que paremos de contaminar os oceanos com os químicos de proteção solar.

Além do TiO2 e do ZnO, os químicos de proteção solar mesmo em concentrações muito baixas (iguais às que restam depois de se retirar o protetor solar com o chuveiro) lixiviam completamente (isto é, matam) o coral em 96 horas. Os químicos que causam a morte são os acima referidos BP-3, OMC e 4-MBC, assim como o conservante butilparabeno (BP).(49)

O lixiviamento dos corais tornou-se um problema em todo o mundo. O aquecimento global tem sido culpado por estas ocorrências de lixiviamento, mas quando é que se verificaram pela primeira vez? Estas ocorrências tiveram início quando começou a explosão de turismo nas regiões afetadas. Tanto a Barreira de Coral de Belize como a Grande Barreira de Coral da Austrália não registraram lixiviamento de corais até começarem a ser visitadas por grandes números de turistas. A tensão dos químicos de proteção solar diminui a capacidade de o coral continuar a florir com uma ligeira alteração da temperatura da água.

Uma dieta com Antioxidantges protege naturalmente e a peleprotetor-8

Há muitos estudos publicados ao longo dos anos que provam que os antioxidantes são muito eficazes a proteger naturalmente a pele da radiação solar. Se já havia imensas razões no passado para comer uma dieta rica em antioxidantes, estas descobertas tornam ainda mais importante fazê-lo hoje.

Os antioxidantes protegem não só da radiação ultravioleta, tal como as preparações de proteção solar, mas também dos raios do infravermelho próximo, conferindo ao corpo uma proteção muito maior do que a estreita cobertura UV espectral conferida por protetores solares químicos individuais.

Sunscreens – Biohazard tem um capítulo que cobre os numerosos tipos de alimentos antioxidantes que, segundo os estudos, podem impedir as alterações nocivas que ocorrem ao nível celular quando nos expomos ao sol durante demasiado tempo. Inclui também um guia de referência útil para utilizar quando vai às compras, para ter a certeza de que encontra aquilo que melhor funciona para si em termos de proteção solar.

O organismo foi concebido para produzir os químicos naturais de proteção solar de que necessita para se proteger — se lhe forem dadas as matérias-primas de que necessita para o fazer.

 

Sobre a autora: Elizabeth Plourde, CLS, NCMP, PhD, é cientista de um laboratório clínico e investigadora médica, além de autora e oradora internacional especializada em hormonas e equilíbrio hormonal. É certificada pela Sociedade Norte-Americana de Menopausa como especialista em menopausa. Os seus conhecimentos especializados têm sido essenciais para explicar o impacto total que os protetores solares têm nos seres humanos e noutras formas de vida deste planeta.

O livro da Dra. Plourde, Sunscreens – Biohazard: Treat as Hazardous Waste, foi analisado no NEXUS 19/02. Para obter o livro e para mais informações, visite o site da internet http://www.sunscreensbiohazard.com. É também possível fazer download de um pdf deste artigo, com extensas notas finais.

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por Elizabeth Plourde,
CLS, NCMP, PhD © 2011
New Voice for Health New Voice Publications PO Box 14133 Irvine, CA 92623-4133, USA Email: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. Website: www.sunscreensbiohazard.com

Publicado na revista Nexus 19(2) Feb-Mar 2012 - www.nexusmagazine.com/

 

 


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